
No dia 24/08/2017 a ACEL (Associação Cultural e Esportiva de Londrina) através de seu Presidente, Sr. Pedro Hiroshi Sato, teve a honra de participar da Comitiva do Paraná referente a Comissão Organizadora de Festejos do IMIN 110, juntamente com o Srs. Luiz Nishimori (Deputado Federal PR/PR); Rikichi Orikasa, Presidente do Conselho Deliberativo da Aliança Cultural Brasil-Japão do Paraná; e Satio Kayukawa, Presidente Adjunto da Aliança Cultural Brasil Japão do Paraná.
Os Representantes se encontraram com o novo Embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada, e com o Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, além do Presidente Michel Temer e pela Jica (Japan International Cooperation Agency).
Foto: Marcos Corrêa/PR
Quinze jogadores e dois treinadores de Londrina são convocados para três categorias da seleção brasileira
Seis atletas foram convocados para equipe infantil, que disputará competições na China, na Nicarágua e Japão
Um dos principais centros de formação de jogadores de beisebol do País, Londrina teve 15 atletas convocados para a seleção brasileira confirmando o know-how da Acel (Associação Cultural e Esportiva de Londrina) em revelar talentos na modalidade. Foi a primeira vez na história do beisebol brasileiro que uma única equipe cedeu tantos jogadores ao mesmo tempo para vestir a camisa do Brasil.
Entre os convocados, seis atletas vão defender a equipe infantil (11 e 12 anos) em três competições, na China, na Nicarágua e Japão, quatro na pré-júnior (13 e 14), no Pan-Americano do México, e cinco na categoria júnior (15 e 16), que vai disputar o Pré-Mundial, na Colômbia. Além dos jogadores, foram chamados os técnicos Fernando Fukuda e Fernando Yagura, do time pré-júnior da Acel.
“Este resultado se deve muito a estrutura física que temos aqui, além do incentivo que recebemos da Confederação Brasileira e da Federação Paranaense. O nosso trabalho começa lá na descoberta de jovens promessas no projeto que temos nas escolas municipais até a equipe adulta”, frisou Fernando Fukuda. Hoje, a Acel conta com mais de 120 atletas treinando diariamente no clube desde a categoria T-Ball, para crianças de cinco a oito anos, até a amadora. “Temos uma das maiores e melhores estruturas de campos da América Latina”.
Da equipe infantil da Acel, terceira colocada na Taça Brasil Interclubes disputada no fim de semana em Londrina – Marília ficou com o título – foram chamados Lucas Diniz, Adrian dos Santos, os irmãos Marcos e Matheus Katayama, Breno Rakawa e Lívia Ishikawa.
Nesta categoria, meninos e meninas jogam juntos. “Não tem problema nenhum em jogar ao lado dos meninos. Estou muito feliz com esta minha primeira convocação”, afirmou Lívia, uma das quatro jogadoras do time londrinense. “Comecei a jogar com sete anos e depois de um convite do meu primo. Acabei gostando do beisebol e acredito que o Brasil tem tudo para ir bem no Pan-Americano”, afirmou Adrian, 11 anos, e que joga como inter base e arremessador.
Os londrinenses convocados para a pré-júnior foram Henrique Hara, Sulivan Almeida, Claiton Borges e João Victor Sakurai. Na júnior, os chamados foram Igor Ishikawa, João Antônio Tutida, Victor Kuroki, Jonas Gabriel Sakurai e Guilherme Palhares. “A estrutura oferecida aqui em Londrina favorece o trabalho. A seleção brasileira chega forte para brigar pelo título neste Pan-Americano”, projetou Henrique Hara, 14 anos, e que já foi convocado outras duas vezes para a seleção.
Uma das grandes promessas do beisebol londrinense, Sulivan Almeida, 13, comemorou sua primeira convocação e reconheceu um certo nervosismo. “A gente fica um pouco nervoso mesmo. Mas, aos poucos vou me acostumando com a ideia”, comentou.

Guilherme e Sulivan sonham com a possibilidade de jogar nos Estados Unidos
Major League de olho na Acel
Dois jogadores revelados na Acel (Associação Cultural e Esportiva de Londrina) estão entre as principais promessas do beisebol brasileiro e já trabalham sob a coordenação de treinadores da MLB (Major League Baseball), a maior liga profissional de beisebol do mundo, com sede nos Estados Unidos.
Sulivan Almeida, 13 anos, e Guilherme Palhares, 15, treinam no Centro de Treinamentos da CBBS (Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol), em Ibiúna (SP). O local é um afiliado da MLB e os atletas recebem bolsas, que bancam os treinamentos, moradia, alimentação e estudo dos atletas em tempo integral. Três treinadores da MLB coordenam os trabalhos no CT. “A vinda destes treinadores americanos fez o beisebol brasileiro crescer muito nos últimos anos. Uma característica que evoluiu demais foi a qualidade dos nossos arremessadores”, afirmou Fernando Fukuda, técnico da equipe pré-júnior da Acel e da seleção brasileira.
Após quase dois anos treinando em Ibiúna, Sulivan reconhece que o seu jogo já melhorou muito. “A velocidade dos meus arremessos melhorou muito e claro que o pensamento é um dia ir jogar nos Estados Unidos”, afirmou o menino descoberto através do projeto da Acel nas escolas municipais de Londrina.
“O Sulivan e o Guilherme se destacam pelo porte físico e pela força. O Sulivan foi o primeiro jogador aceito no CT com menos de 12 anos, em razão do seu potencial. Como ele é canhoto, o seu arremesso é um diferencial mesmo. Em breve já deve assinar seu primeiro contrato”, ressaltou Fukuda. (L.F.C.)
Reportagem Local
A programação da Expo Japão 2017, a maior festa da colônia japonesa do Paraná, está chegando ao fim. Hoje é o último dia para conhecer a arte, cultura, gastronomia, esporte, produtos agrícola e outras atrações da cultura japonesa.
Quem for até a ACEL – Associação Cultural e Esportiva de Londrina neste domingo (18) vai poder curtir uma série de atrações: Ginástica, Karaokê, Música Folclórica, Taikô, Dança Festiva, Aikidô, Tambores e Matsuri Dance. Confira a programação:
PROGRAMAÇÃO PARA DOMINGO (18)
12h – Ginástica – Kenko Taissô
12h10 – Karaokê – alunos da Prof. Junko Ekuni
12h30 – Música Folclórica Japonesa – Minyou
13h30 – Projeto Karaokê Londrina
14h15 – Karaokê Infantil de Ibiporã
14h45 – Grupo Louvarte – Igreja Holiness
15h – Taikô – Ibiporã
15h15 – Taikô – Escola Megumi
15h30 – Karaokê – alunos da Prof. Kumiko Assada
15h45 – Dança Festiva – Nantyu Soran
16h – Karaokê ACENB Tomo no Kai
16h15 – Banda Pokoretto
16h45 – Aikidô – Shihan Kawai de Londrina
17h15 – Showa Band
18h15 – Ryukyu Koku Matsuri Daiko – Tambores de Okinawa
19h – Dança – Grupo da ACROL
19h15 – Dança – Bolsistas de Okinawa
19h30 – Canto – Roberto Arakaki
20h – Encerramento
21h – 22h – Matsuri Dance
A dica neste domingo (18), último dia da Expo Japão é aproveitar a tarde e vir até a ACEL para passar momentos com toda a família. No local, a área para o lazer próxima à praça de alimentação traz uma novidade neste ano.
Através da parceria com a Little League International, maior liga de beisebol e softbol nos Estados Unidos e Japão, foram instaladas três gaiolas no gramado onde, em cada uma delas é possível aprender e praticar os fundamentos básicos do basebol, como arremesso, ataque e defesa.
A experiência é gratuita e todos podem jogar. Segundo Vinicius Garcia, integrante da equipe no Brasil, o objetivo é promover o esporte. A Little League é uma instituição sem fins lucrativos e atua em projetos sociais, além de participar de eventos em escolas e clubes.
Texto: Laís Rodrigues de Oliveira, estagiária da Agência de Comunicação Integrada – Projeto de Extensão da Unopar; Foto: Henrique Frigo
Acompanhada de seu marido, o Ministro da Saúde Ricardo Barros e de uma comitiva formada por políticos locais, a governadora em exercício do Paraná, Cida Borghetti esteve na Expo Japão 2017. A visita ocorreu na tarde deste sábado (17) e também contou com a presença do deputado federal Alex Canziani e do prefeito Marcelo Belinati.
Acompanhada da comissão organizadora do evento e de membros da diretoria da ACEL, a governadora conheceu toda a estrutura da feira, conversou com várias pessoas e elogiou a contribuição da colônia japonesa para o desenvolvimento do estado do Paraná. “A Expo Japão, feira tradicional da população japonesa de Londrina, mostra toda a cultura japonesa que, com sua sabedoria milenar, contribuiu para o desenvolvimento da região de Londrina e do estado. Me chamou a atenção conhecer a Expo Agrícola porque, de mais de 500 espécies produzidas, temos quase 400 somente na região de Londrina. Quero deixar aqui o agradecimento a esse povo tão ordeiro, tão espetacular e que faz a diferença no nosso país”, avalia Cida Borghetti.
O ministro da saúde, Ricardo Barros também acompanhou o passeio pela Expo Japão e comentou sobre o fato de ser o primeiro ministro de estado a prestigiar o evento. “É muito importante tanto a manifestação cultural quanto a tradição ensinada de geração a geração; o empenho dos produtores em trazer seus melhores produtos para a exposição e a organização da festa que nos permite apreciar esse caldo cultural que, há mais de 100 anos, tem contribuído para o desenvolvimento do Brasil. Somos amigos há muitos anos de todas as lideranças da região, e fico muito feliz de estar aqui na condição de ministro, e de poder prestigiar esse evento que, espero, seja cada ano maior.”
Para quem aprecia a boa culinária oriental, na Expo Japão é possível encontrar uma grande diversidade de pratos e iguarias, e uma grande área para acomodar tranquilamente mais de 2 mil pessoas. Dentre os restaurantes e lanchonetes presentes no evento, uma tem chamado atenção.
Uma equipe de profissionais veio da Liberdade, tradicional bairro japonês de São Paulo, para comercializar o Gyozá, também conhecido como pastelzinho japonês. A massa é produzida com farinha e água, bem parecida com a massa de macarrão, porém mais fina, recheada com carne de porco picada, repolho, cebolinha oriental (nirá), alho e gengibre. O segredo, segundo Marcelo Odo, para deixar a iguaria ainda mais saborosa é cozinhar e finalizar na chapa. E a receptividade foi tão boa que ele já deixou o recado: “Já está quase certo que estaremos aqui novamente ano que vem”.
Um dos pratos mais típicos da culinária japonesa, o Gyozá, na verdade é uma criação dos chineses, mas amplamente disseminado pelos japoneses especialmente depois da Segunda Guerra Mundial, quando retornaram para casa trazendo a receita e os segredos na bagagem.
Texto: Henrique Frigo, estagiária da Agência de Comunicação Integrada – Projeto de Extensão da Unopar.
A Unimed Londrina, em parceria com a ACEL (Associação Cultural Esportiva de Londrina), traz neste ano, à Expo Japão, a campanha “Eu ajudo na Lata”. A iniciativa tem como objetivo arrecadar lacres de latinha de alumínio em prol de uma causa solidária. “O valor da venda dos lacres é revertido na compra de cadeiras de rodas, que serão doadas às instituições beneficentes de Londrina e região”, explica Fabianne Piojetii, especialista de Responsabilidade Social da Unimed Londrina.
Fabianne conta que a parceria partiu da própria organizadora do evento. “A campanha é uma contrapartida ao patrocínio da Unimed Londrina à Expo Japão”, destaca. Segundo ela, serão distribuídas pelo parque garrafas pets com tags da campanha. Todos podem participar depositando os lacres nestas garrafas personalizadas.
A campanha está em sua quinta edição. No ano passado, foram arrecadadas 22 cadeiras de rodas para nove instituições de Londrina e região.
O cuidado com a boa alimentação e o incentivo à produção de alimentos orgânicos têm despertado o interesse de mais e mais pessoas. Na Expo Japão 2017, é possível conhecer mais de perto um projeto para o cultivo de hortaliças e ervas diferenciado. Trata-se de um mecanismo inovador que permite o plantio vertical e em telhados de cultivo de ervas e hortaliças. “Começamos com os telhados verdes, agora estamos com as paredes verdes, e todos os aspectos que envolvem a implantação de áreas verdes e também de irrigação para jardins”, afirma o expositor José César.
Nas paredes é possível cultivar alface, rúcula, salsinha, cebolinha, couve entre outras, assim como diversas ervas e temperos. “Na parede, como se fosse fazer um canteiro com vaso, você abriga extrato e terra. A planta vai se fixar sustentando como se fosse uma horta normal, a única diferença dela é que será na parede.”
Para a irrigação de água no desenvolvimento das ervas, a sugestão é utilizar um sistema técnico e automatizado, sem desperdício de água. Para moradores de apartamentos, produzir um canteiro orgânico tem sido uma boa alternativa de cultivo e de decoração. O projeto completo com o equipamento para irrigação tem o custo entre R$650,00 a R$1.000,00
O tempo firme e a grande circulação de público na Expo Japão 2017 estão ajudando e aquecer as vendas do Setor Comercial, que abriga mais de quarenta pontos de vendas, de vestuário a alimentação.
Parte dos comerciantes já esteve de outras edições da feira, como João Vitor da Silva, que comercializa utensílios domésticos pela quarta vez na Expo Japão. Graças à grande variedade de peças, a clientela tem adquirido vários itens da sua banca.
Já a expositora Ana Lucia Hoda, que está comercializando tecidos na Expo Japão, diz que mesmo com a crise, as vendas estão crescendo gradativamente.
Os alternativos também têm espaço na área comercial. A loja Yozora, que conta com grande número de seguidores nas Redes Sociais, ao trazer uma loja física na Expo Japão, tem conseguido comercializar com facilidade todos os seus produtos.
Segundo a organização da Expo Japão, a expectativa é de 30 mil pessoas até o domingo, e superar recorde de público de todas as edições anteriores.
Texto: Thalia Lorraine, estagiária da Agência de Comunicação Integrada – Projeto de Extensão da Unopar
A ADA – Associação Defensora dos Animais -, que faz o resgate e proteção de animais está com um estande na Expo Japão, para comercializar camisetas, bijuterias, e outros itens para angariar recursos para o manutenção da entidade. A ADA também está aceitando doações de rações para cães e gatos, mantas e produtos de limpeza em geral.
A entidade também trouxe urnas, para que o público possa depositar cupons fiscais debitadas pelo programa Nota Paraná. Fundada em 2012, a ADA resgata animais das ruas e fornece abrigo e tratamento até que estejam prontos para serem adotados. Atualmente possui em torno de 600 animais, que ficam na sede localizada na Warta.
Texto: Laís Rodrigues de Oliveira, estagiária da Agência de Comunicação Integrada – Projeto de Extensão da UnoparFoto: Laís Rodrigues de Oliveira